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04.12.2008ALMEIDA VIAGENS: AMBIÇÃO DE LIDERANÇA EM 2010


Em 2009, a
Almeida
Viagens quer crescer ao ritmo de 5 lojas por mês. “Forte investimento
na promoção da marca junto do cliente final, preços agressivos e grande aposta
na Internet” são as receitas para sustentar o crescimento previsto, segundo o
director-geral, Paulo Manuel. A par, a marca tenciona apostar no mercado
empresarial com o desenvolvimento de uma plataforma que permite às empresas
tratarem de todos os pedidos através de uma área reservada. Em Espanha, o
crescimento é igualmente notável: 253 lojas abertas em 2007 e 67 no primeiro
semestre de 2008.
As mais valias da marca são, de acordo com o
responsável em Portugal, os baixos preços, “produtos turísticos inovadores” e a
utilização das novas tecnologias como forma de divulgação. Para o franchisado,
as vantagens residem no “baixo valor de investimento inicial e ausência de
royalties sobre a facturação”, “formação de qualidade centrada no atendimento” e
liberdade para criar e comercializar pacotes turísticos.
Contornar a
crise
O actual cenário de crise económica fez-se sentir, sobretudo, em
termos de dificuldades de aprovação de contratos de crédito por parte dos
candidatos a franchisados, com 14 processos recusados em 3 meses. Para contornar
este problema, têm vindo a ser realizadas “parcerias com consultoras financeiras
no sentido de conseguir melhorar os rácios de aprovação de crédito e
disponibilizar aos franchisados consultoria técnica para a elaboração do plano
de negócios”, exigido pelos programas de incentivo ao investimento.
Paulo
Manuel acredita que a crise acabará por beneficiar a expansão da Almeida
Viagens, enquanto alternativa viável a quem pretenda ultrapassar situações de
desemprego ou necessidade de reconversão de negócios, por ser uma “solução muito
competitiva em termos do baixo investimento e risco, e rentável ao ponto de o
investimento ser recuperável num ano”.
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